
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Marco Horácio

Marco Horácio nasceu a 6 de Janeiro de 1974 na Alemanha.
Frequentou o curso de Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema (1995)
A partir de 1995 começa uma carreira artistica nas diversas areas:
Em Televisão foi recentemente Director artistico, criador e interprete da série “Rouxinol Faduncho” para a RTP 1, é desde Setembro de 2006 cara da RTP tendo iniciado esta parceria com a serie “Camera Café”. Foi cara da estação de televisão SIC onde se destacou com a apresentação e dinamização de “Levanta-te E Ri”, onde tambem participou em diversos programas e series da estação:Gala de apresentação do CD “Rouxinol Faduncho” - SIC
“Os Jikas da Lapa” (participação como convidado), “Manobras de Diversão” com Bruno Nogueira e Manuel Marques, “Bairro da Fonte”, produzida pela NBP, “O Lampião da Estrela” telefilme com realização de Diamantino Ferreira, “Um Sarilho Chamado Marina”, “O Fura Vidas”, “Uma Casa de Fanicos”, “Médico de Família”, “Cuidado com o Fantasma”, “Era Uma vez...”, “Pensão Estrela”.Fez ainda para a RTP “O Meu Sósia e Eu”, telefilme produzido pela Madragoa Filmes, “Paraíso Filmes”, série produzida por Diamantino Filmes.
No cinema acaba de participar em “Arte de Roubar” novo filme de Leonel Vieira com estreia prevista para Abril de 2008, filmou “ Conversas da Tetra” ao lado de Antonio Feio e Jose Pedro Gomes, , faz curta metragem de Marco Martins, “O Umbigo” produzida por Ministério dos Filmes, e “No Fotógrafo”, curta metragem de Karl Valentim, realizado por Luís Alvarens, produção David & Golias.
O Teatro tem sido uma realidade na sua carreira destacando-se algumas peças: “Portugal uma Comédia Musical”, produção UAU, no Teatro S. Luiz; Nas representações:“Manobras de Diversão – Fechado para Férias”, “Manobras de Diversão – Não há crise” e “Manobras de Diversão – O Espírito de Natal”, com Bruno Nogueira e Manuel Marques no Teatro S. Luiz. Para além de interprete fez também a direcção de actores e encenação, no Teatro S. Luiz. ; fez “As Aventuras de Ulisses”, encenação de António Feio, apresentado no Teatro Nacional D. Maria II; participa entre 1995 e 98 em diversas peças onde se destaca “Bom dia Benjamim”, espectáculo infantil com encenação de António Feio, direcção musical José Mário Branco, apresentado no Centro Cultural de Belém;“O Campielo”, encenação de José Peixoto, apresentado no CCB e“Não Há Nada Que Se Coma”, encenação de Rui Brás, textos de Francisco Pestana, apresentado no Teatro A Barraca (Cinearte);
Editou livro “Como Tourear os espanhois e sair em ombros” (2006) , brevemente será editado o livro do programa diário da Radio Comercial “Caixilhos e Laminados” , uma co Autoria com Eduardo Madeira.
Está na Radio Comercial há 2 anos com Eduardo Madeira com o programa “Caixilhos & Laminados” com uma audiência diária que ascende os 900 000 ouvintes.
Frequentou o curso de Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema (1995)
A partir de 1995 começa uma carreira artistica nas diversas areas:
Em Televisão foi recentemente Director artistico, criador e interprete da série “Rouxinol Faduncho” para a RTP 1, é desde Setembro de 2006 cara da RTP tendo iniciado esta parceria com a serie “Camera Café”. Foi cara da estação de televisão SIC onde se destacou com a apresentação e dinamização de “Levanta-te E Ri”, onde tambem participou em diversos programas e series da estação:Gala de apresentação do CD “Rouxinol Faduncho” - SIC
“Os Jikas da Lapa” (participação como convidado), “Manobras de Diversão” com Bruno Nogueira e Manuel Marques, “Bairro da Fonte”, produzida pela NBP, “O Lampião da Estrela” telefilme com realização de Diamantino Ferreira, “Um Sarilho Chamado Marina”, “O Fura Vidas”, “Uma Casa de Fanicos”, “Médico de Família”, “Cuidado com o Fantasma”, “Era Uma vez...”, “Pensão Estrela”.Fez ainda para a RTP “O Meu Sósia e Eu”, telefilme produzido pela Madragoa Filmes, “Paraíso Filmes”, série produzida por Diamantino Filmes.
No cinema acaba de participar em “Arte de Roubar” novo filme de Leonel Vieira com estreia prevista para Abril de 2008, filmou “ Conversas da Tetra” ao lado de Antonio Feio e Jose Pedro Gomes, , faz curta metragem de Marco Martins, “O Umbigo” produzida por Ministério dos Filmes, e “No Fotógrafo”, curta metragem de Karl Valentim, realizado por Luís Alvarens, produção David & Golias.
O Teatro tem sido uma realidade na sua carreira destacando-se algumas peças: “Portugal uma Comédia Musical”, produção UAU, no Teatro S. Luiz; Nas representações:“Manobras de Diversão – Fechado para Férias”, “Manobras de Diversão – Não há crise” e “Manobras de Diversão – O Espírito de Natal”, com Bruno Nogueira e Manuel Marques no Teatro S. Luiz. Para além de interprete fez também a direcção de actores e encenação, no Teatro S. Luiz. ; fez “As Aventuras de Ulisses”, encenação de António Feio, apresentado no Teatro Nacional D. Maria II; participa entre 1995 e 98 em diversas peças onde se destaca “Bom dia Benjamim”, espectáculo infantil com encenação de António Feio, direcção musical José Mário Branco, apresentado no Centro Cultural de Belém;“O Campielo”, encenação de José Peixoto, apresentado no CCB e“Não Há Nada Que Se Coma”, encenação de Rui Brás, textos de Francisco Pestana, apresentado no Teatro A Barraca (Cinearte);
Editou livro “Como Tourear os espanhois e sair em ombros” (2006) , brevemente será editado o livro do programa diário da Radio Comercial “Caixilhos e Laminados” , uma co Autoria com Eduardo Madeira.
Está na Radio Comercial há 2 anos com Eduardo Madeira com o programa “Caixilhos & Laminados” com uma audiência diária que ascende os 900 000 ouvintes.
Com centenas de espectáculos ao vivo entre “Rouxinol Faduncho” e “Stand Up” foi visto por mais de 500 000 mil pessoas.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
A Crise continua...
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Estreia amanhã, dia 16, no Teatro Mundial

Bilhetes à venda no Teatro Mundial (21 357 40 89), www.ticketline.pt (707 234 234), Fnac, Abep, Alvalade e Plateia.
sábado, 12 de janeiro de 2008
Os ensaios da nova comédia "A Separação"
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
A Banda Animais de Palco no Theatro Circo em Braga
A Separação continua, próxima apresentação: Theatro Circo, em Braga
É já nos próximos dias 9 e 10 de Fevereiro que o espectáculo vai ao renovado Theatro Circo, em Braga.
O espectáculo será no sábado às 21.30h e no domingo às 16h.
Os preços dos bilhetes variam entre os 10€, 12,50€ e 15€.
Para mais informações: 21 412 17 97
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
"Querido Che" termina carreira na Fundação Pedro Ruivo, Faro

O espectáculo "Querido Che" continua a digressão pelo país e já nos próximos dias 25 e 26 de Janeiro vai estar no Auditório Pedro Ruivo em Faro, às 21.30h.
Sinopse
Estamos no ano de 1955 e Che Guevara está na cidade do México com os seus amigos a preparar a revolução. O local de encontro é uma cantina mexicana que pertence a Pancho, um personagem curioso e divertido que leva mais a sério a preparação de um disco com os seus amigos mariachis e com sua filha Angelita do que a gestão da sua cantina.
O quotidiano dos personagens que frequentam a cantina vai ser alterada pela presença dos jovens revolucionários. Sobretudo Angelita que se apaixona por Che Guevera.
Um amor impossível para a cabeça de Che, que está totalmente ocupada com a revolução. Pancho preocupa-se, claro está, com a sua filha mas acima de tudo estão os ensaios da festa da Virgem de Guadalupe com os seus amigos.
Os companheiros de Che também vão ser contagiados pelo colorido daquele lugar acolhedor e também eles vão ter as suas paixões fugazes com as amigas de Angelita.
Entre amores e desamores, ensaios, cantigas, festas e conversas clandestinas, ficamos a conhecer grande parte do que aconteceu a Ernesto Guevara no período que ele passou no México que antecedeu à Revolução Cubana.
E é em plena festa de los muertos que Che parte para se juntar aos revolucionários cubanos comandados por Fidel Castro.
A vida dos que o conheceram na simpática e pitoresca cantina fica para sempre marcada pela sua presença que nunca mais foi a mesma.
Mas também, a vida do mundo nunca mais foi a mesma. Até hoje. Até sempre!
Sinopse
Estamos no ano de 1955 e Che Guevara está na cidade do México com os seus amigos a preparar a revolução. O local de encontro é uma cantina mexicana que pertence a Pancho, um personagem curioso e divertido que leva mais a sério a preparação de um disco com os seus amigos mariachis e com sua filha Angelita do que a gestão da sua cantina.
O quotidiano dos personagens que frequentam a cantina vai ser alterada pela presença dos jovens revolucionários. Sobretudo Angelita que se apaixona por Che Guevera.
Um amor impossível para a cabeça de Che, que está totalmente ocupada com a revolução. Pancho preocupa-se, claro está, com a sua filha mas acima de tudo estão os ensaios da festa da Virgem de Guadalupe com os seus amigos.
Os companheiros de Che também vão ser contagiados pelo colorido daquele lugar acolhedor e também eles vão ter as suas paixões fugazes com as amigas de Angelita.
Entre amores e desamores, ensaios, cantigas, festas e conversas clandestinas, ficamos a conhecer grande parte do que aconteceu a Ernesto Guevara no período que ele passou no México que antecedeu à Revolução Cubana.
E é em plena festa de los muertos que Che parte para se juntar aos revolucionários cubanos comandados por Fidel Castro.
A vida dos que o conheceram na simpática e pitoresca cantina fica para sempre marcada pela sua presença que nunca mais foi a mesma.
Mas também, a vida do mundo nunca mais foi a mesma. Até hoje. Até sempre!
"Contra Fados Não Há Argumentos"

A partir de 11 de Fevereiro. Bilhetes à venda no Teatro Mundial, na Ticketline, Agências de Alvalade e Abep, Fnac e Plateia. Mais informações: 21 412 17 97 ou 96 395 85 51.
Sinopse
Depois de espalhar o pânico em Portugal Continental e no Estrangeiro, nomeadamente nos Açores, Rouxinol decide tomar Lisboa por uma série de espectáculos que de fado convencional tem muito pouco mas que por outro lado vem trazer de volta uma tradição bem portuguesa – O FADO HUMORISTICO.
Criticado por uns odiado por outros, Rouxinol Faduncho é tanto uma provocação como uma invocação no fado.
Acompanhado por uma nova talentosa e virtuosa geração de músicos do fado e com um estilo muito próprio “CONTRA FADOS NÃO HÁ ARGUMENTOS” é no mínimo um espectáculo bizarro e alucinante e onde o principal objectivo é simples: Divertir e descobrir o fadista que há em cada um de nós.
Deixe o preconceito em casa traga uma roupa informal e quentinha e a garganta bem afinada. Do resto... trata o artista.
Rouxinol Faduncho faz esta encenação com os músicos:
Carlos Leitão – Viola
Henrique Leitão – Guitarra Portuguesa
Carlos Menezes – Viola Baixo
"A Separação"

Esta nova comédia romântica, da autoria do brasileiro Carlos Eduardo Novaes, com encenação de Almeno Gonçalves, conta com a magnífica interpretação de Helena Isabel e Heitor Lourenço.
A estreia nacional está marcada para os próximos dias 30 e 31 de Janeiro na Fundação Pedro Ruivo, em Faro. Após esta data, o espectáculo continuará a apresentação por várias cidades do país, só em meados de Abril fará carreira no Teatro Mundial.
Para mais informações: 21 412 17 97 ou 96 395 85 51
Sinopse
Um casal aparentemente feliz muda-se para um apartamento novo. Quando, após um dia de trabalho, a mulher regressa ao lar, a descoberta de um bilhete anónimo vai desencadear uma série de situações divertidas e inusitadas.
Numa noite em que as mentiras, as frustrações e as expectativas das pessoas são questionadas, uma discussão acaba por transformar um pequeno mal entendido numa separação iminente.
Numa noite em que as mentiras, as frustrações e as expectativas das pessoas são questionadas, uma discussão acaba por transformar um pequeno mal entendido numa separação iminente.
Pedro Cardoso está quase a chegar!
Uma noite diferente com Rafinha e Vilão!
Foi na noite de 29 de Dezembro que houve um encontro praticamente inédito (senão mesmo único) de 2 comediantes de continentes distintos no mesmo palco para um espectáculo de stand-up comedy. Este encontro, chamemos-lhe transatlântico, de comédia trará ao mesmo palco Ricardo Vilão (Portugal) e Rafinha Bastos (Brasil) para uma noite que será o início de um projecto que ao longo do ano de 2008 levará os 2 comediantes a actuar em diversos palcos de ambos os lados do Atlântico. Abaixo tem os links dos sites de ambos os comediantes, que nos parecem ser mais uteis para os caracterizar que qualquer descrição: (De referir apenas, a título de resumo que, Rafinha Bastos é um dos mais procurados comediantes do Brasil e tem participado em várias campanhas para marcas como Nestle, Vivo, Volkswagen e GNT.
Recentemente foi o protagonista do spot televisivo do BES em Portugal. É a primeira vez que vem actuar a Portugal. Ricardo Vilão é actor e marketeer. Especializou-se em espectáculos de Empresas que misturam a comédia com o coaching e motivação. Recentemente participou no I Festival de Comédia de Lisboa no Tivoli ao lado de nomes como Nilton, Herman José, Rui Unas, Eduardo Madeira, Comédia à La Carte, Pedro Tochas, entre outros. Tem mais de 2 centenas de actuações no curriculum. Actuará no Brasil no início do próximo ano.)
A Banda no mês de Janeiro é só para escolas
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